Pessoal,
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Vou dividir com vocês o meu dia-a-dia em busca de realizações pessoais e profissionais.
quarta-feira, 23 de setembro de 2015
sábado, 19 de setembro de 2015
Descontos Natura
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domingo, 13 de setembro de 2015
Livro Série
Bom dia Pessoal,
Na correria de todo dia, ando sem tempo para escrever. Me desculpem,
Mas aqui está, um novo capítulo para vocês...
Capítulo 7 - Se entregando ao amor
Ele me olhou
com ternura e apenas sorriu. Ele havia sido tão companheiro hoje, estando ao
meu lado o tempo todo. Tomando as decisões necessárias. Eu não conseguia me
imaginar passando por tudo aquilo sem ele do meu lado. Eu sentia em meu coração
como se ele realmente fosse meu namorado. E, acima de tudo, eu queria isso mais
do que tudo. Mas com certeza eu iria fazer um charme antes.
Tomei meu
banho com calma, a água quente pereceu levar embora toda a aflição que eu
estava guardando. Lembrei de cada palavra que o pai do Daniel falou, na forma
fria como a mãe dele me tratou e principalmente que a raiva que os dois sentiam
da minha mãe e a reação deles ao saberem que ela estava morta. A expressão
deles beirava o alívio.
Com certeza
tinha muita coisa que eu precisaria entender em tudo isso. Eu que tinha vindo
para o Rio para ir atrás do passado na minha mãe, no momento em que eu menos
estava pensando nisso. O passado dela veio até mim. Mas eu não queria pensar em
nada disso agora. Eu queria pensar no Daniel, queria estar com ele. Eu ainda não entendia o que era, mas sabia
que havia nascido dentro de mim um sentimento diferente em relação a ele.
Terminei meu
banho e comecei a me arrumar. Olhei no relógio, já eram oito horas. “Como a
hora passou rápido. ” Pensei. Eu queria estar linda, queria que o Daniel me
achasse linda. Coloquei um short branco com uma camisa azul e uma maquiagem bem
levinha. Cheguei na sala e percebi que o Daniel estava conversando com alguém
no celular. Ele parecia bem irritado. Encostei na parede e fiquei olhando para
ele. Como era bom olhar para ele. Ele então percebeu minha presença e levantou
os olhos do celular e me olhou.
- Uau! – Disse
ele enquanto guardava o celular no bolso.
- Obrigada. –
Eu disse sorrindo. Então caminhei para perto dele.
Ele me abraçou
pela cintura e cheirou meus cabelos. Eu não queria que aquilo parasse nunca,
não queria me afastar dele. Pelo contrário. Queria que ele me beijasse. Eu não
teria força para resistir àquilo. Mesmo sabendo que eu tinha que repreendê-lo
por espalhar nosso namoro, antes dele acontecer. Nesse momento o celular dele
tocou novamente. Ele tirou o celular do bolso, olhou a mensagem e desligou o
celular. De relance eu vi o nome da Carol escrito na tela, isso me trouxe de
volta para a realidade. Afastei as mãos dele da minha cintura delicadamente, e
caminhei para a varanda, me sentando em uma das espreguiçadeiras do deck
molhado na piscina. Fiz sinal para que ele se sentasse na espreguiçadeira ao
lado e ele obedeceu.
A noite estava
maravilhosa. Ele sentou na minha frente, e a beleza dele sob a lua era algo
praticamente irresistível. Resolvi começar, antes que eu perdesse a coragem, e a
vontade de falar.
- Daniel,
primeiramente quero te agradecer por tudo que você fez por mim hoje. Eu
sinceramente não sei como eu teria enfrentado tudo que aconteceu sem você do
meu lado.
- Mel, eu não
fiz mais do que a minha obrigação. Meu pai foi injusto e cruel. Eu teria feito
isso por qualquer pessoa. O fato de eu te amar, só fez com que eu fizesse com
mais vontade. A gente sente uma necessidade inexplicável de proteger quem a
gente ama.
- Daniel, quem
era no celular? Por favor não minta.
- Como assim?
- As mensagens
Daniel, eu percebi que você estava conversando com alguém. Ou melhor
discutindo.
- Não era nada
demais, era a Carol. Ela só quer saber como você está. Ei você ainda não
comprou um celular é?
- Não, ainda
não vi necessidade. Mas na minha casa tem telefone, ela podia ter ligado para
cá.
- Desculpa, eu
disse que você estava no hospital. E que não sabia que horas teria alta. Que
estava tomando soro, porque tinha desmaiado. Desculpe.
- Nossa,
obrigada. De verdade. Você foi um gênio. Mas por que ela está te perturbando
tanto que está te deixando tão irritado?
Ele olhou para
baixo, respirou findo e então disse.
- Me desculpa,
eu acho que acabei com a amizade de vocês. Quando eu vim aqui para pedir para o
pessoal ir embora, a Carol pediu para eu levar ela para casa. Eu disse que não
podia, porque eu tinha que ficar com você, só que ela não gostou nem um pouco.
E agora, ela veio me cobrar satisfação. Desculpa Mel, eu não aguentei. Você
quer ler? – Perguntou ele ligando o celular.
- É tão ruim
assim? – Perguntei com receio. Ele fez que sim com a cabeça e me passou o
celular.
“Oi, como está
a princesa? ”
“Melhor graças
a Deus, está indo para casa. ”
“Ótimo, larga
ela lá e vem aqui para a gente conversar. ”
“Carol, não
temos nada para conversar. ”
“ Claro que
temos, você me largou para ir dar uma de enfermeiro dessa aí. O Mínimo que você
me deve é um pedido de desculpas. ”
“ Carol, me
desculpa. Eu tentei de tudo deixar as coisas claras para você sem te magoar,
mas não vai ter outro jeito. Eu gosto de você apenas como amiga. Não te vejo de
outra forma. Desculpe se eu passei a impressão errada quando fiquei com você,
mas eu realmente não tenho outro sentimento por você a não ser de uma grande
amizade. “
“ Ah Daniel,
não vai me dizer que você está pegando a Melissa. Pelo amor de Deus, você não
pode ver uma mulher mesmo heim. Depois você vai iludir a garota, e quem vai ter
que consolar ainda vai ser eu. Bom você pode pegar a piranha que quiser, que no
final você sempre volta para mim. “
“ Carol, acho
que você ainda não entendeu. Eu não estou pegando a Melissa. Eu a amo. E acho
que se você realmente quiser continuar sendo minha amiga, você medir suas
palavras quando for falar dela. Por que se Deus quiser eu ainda vou conseguir
fazer essa garota aceitar ser minha namorada, e ela vai estar presente na minha
vida para sempre. “
“ Como assim
Daniel, você conheceu essa garota ontem e já está falando que ama. Só pode ser
uma piada né.
-Daniel, me
responde.
- Não vai me
responder é?
- Pois espera
para você ver, ninguém me faz de boba não Daniel. Você vai me pagar, vocês
dois”
Eu estava em
choque. Realmente eu não sabia se a Carol era muito falsa ou muito louca. A
forma como ela falou de mim, aquelas mensagens além de decepção me fizeram
enxergar a realidade. Ela nunca foi minha amiga de verdade.
- Desculpe. –
Disse ele novamente quando devolvi o celular.
sábado, 5 de setembro de 2015
Livro Série
Boa noite queridos!!!!
Como prometido, mesmo que com atraso, aqui está. Mais um capítulo do nosso livro série. Divirtam-se!!!!!!!!
Como prometido, mesmo que com atraso, aqui está. Mais um capítulo do nosso livro série. Divirtam-se!!!!!!!!
Capítulo 6 - Primeiro encontro
- Pai, escuta
bem. Eu amo essa garota, e não vou admitir que você fale assim dela nem de
qualquer membro da família dela. Está entendendo pai, pare com isso já.
- Cadê a sua
mãe garota, ela veio destruir o resto da família? Está usando você para
seduzir meu filho, é isso? Pois saiba que eu não vou deixar. Você pode dizer
para ela, que dessa vez eu vou defender minha família, e que eu não vou cair no
joguinho dela novamente. Pode falar para aquela vadia que ...
- Minha mãe
está morta! Eu não sei do que o senhor a está acusando, nem o que aconteceu
entre vocês para deixar o senhor com tanta raiva assim. Mas por favor senhor,
pare de falar dela assim, eu não estou mais aguentando ouvir isso. – Isso foi
tudo que eu reuni forças para falar antes de cair em um choro compulsivo. O
homem pareceu atordoado, virou as costas e saiu caminhando pelo estacionamento.
O Daniel ficou
ali abraçado comigo por bastante tempo, enquanto eu chorava. A dor que eu
sentia em meu peito de ouvir aquelas palavras, era tanta que parecia que meu
peito ia explodir. Ele levantou meu rosto delicadamente, e me perguntou se eu
conseguia andar. Respondi que sim, e ele me conduziu novamente para o elevador.
Sempre me abraçando e me consolando. Já no elevador eu olhei para ele por fim.
- Eu não sei
do que ele estava falando. – Eu disse soluçando.
- Eu sei que
não. – Disse ele beijando meus lábios e me abraçando.
Quando o
elevador parou olhei para frente e percebi que não estávamos no meu andar.
Olhei no visor e estava marcando 18º andar. Não era possível, o Daniel só podia
estar de brincadeira. Nosso prédio era de um apartamento por andar, então eu
sabia o que ele pretendia antes mesmo de ele falar.
- Ah não,
Daniel.
- Mel, meu pai
saiu, nós vimos isso. Então fica tranquila.
Ele abriu a
porta e me conduziu até a sala, abraçado comigo. Nesse momento estrou uma mulher
na sala, ela era uma senhora de uns quarenta e poucos anos, muito bonita e
muito bem arrumada. Tinha o cabelo castanho na altura dos ombros, impecável.
Parecia ter saído de uma revista.
- Dani é você?
Seu pai saiu para encontrar os amigos, pensei que fosse passar a noite
sozinha... – Só então ela percebeu que eu estava ali, então seu semblante
mudou. Pensei que ela fosse voar no meu pescoço ali mesmo. – O que “ela” está
fazendo aqui? – Disse ela quase gritando. Então de repente, ela pareceu cair em
si e falou em um tom mais ameno. – Daniel, quem é essa garota?
- Mãe, essa é
minha namorada, Melissa. Ela está um pouco atordoada, passou por uma situação
nada agradável agora. Vou deixar ela aqui, e vou resolver um problema rápido.
Volto em dez minutos. – Disse ele me acomodando suavemente no sofá. – Mel. –
Sussurrou ele no meu ouvido. – Vou avisar ao pessoal que a festa acabou e tirar
aquele monte de gente da sua casa, já volto para te buscar. Por favor fique
calma, eu já volto. Não vou demorar, prometo. – Completou, me deu um beijo nos
lábios e se dirigiu para a porta. A mãe o seguiu.
- Daniel, eu
não quero essa garota aqui em casa. – Disse a mãe dele. Eu podia ouvir tudo que
eles falavam.
- Não mãe,
você não. Olha, eu não sei o que deu em você e no papai hoje. Mas por favor,
seja educada com a Mel. Ela é nossa vizinha, mora na cobertura. É uma garota
incrível e eu realmente gosto dela. Eu preciso deixar ela aqui, por que o papai
falou um monte de coisas desagradáveis, que a deixaram nesse estado que eu a
trouxe para casa. Nesse momento tem um monte de convidados amigos nossos na
casa dela, então eu preciso ir lá para mandar todos embora. Para que ela possa
ir para casa descansar. Não sei que fantasmas estão assombrando você e o papai,
mas por favor, não destrate a Melissa.
- Dani, essa
menina é mesmo sua namorada? – A voz da mãe dele demonstrava desespero com essa
possibilidade.
- Sim mamãe, e
eu a amo demais. Então cuide dela até eu voltar.
Ouvi quando a
porta da frente bateu, então a mãe dele voltou para a sala. Primeiro ela me
olhou com uma certa repulsa e se retirou da sala. Então ela voltou, e como que
por obrigação perguntou se eu queria beber alguma coisa. Com minha negativa,
ela fez que iria se retirar, mas pensou novamente e se sentou no sofá a minha
frente. Ela ficou ali sentada em silêncio. Senti que eu tinha a obrigação de
quebrar o gelo, eu estava na casa dela.
- A senhora me
desculpa, eu realmente não quero incomodar...
- Como você
conheceu o meu filho? – Me interrompeu ela.
- No avião. Eu
morava na cidade de Três coroas no Rio Grande do Sul, quando minha mãe faleceu
eu vim morar no Rio. Conheci o Daniel na viagem para cá.
- Ela morreu
é? – Ela não parecia ter escutado mais nada do que eu tinha dito. – Do que ela
morreu? Alguma doença grave?
- Quem minha
mãe? Não, ela sofreu um acidente de automóvel numa estrada no paraná.
- Será que ela
sofreu?
- Os policiais
me disseram que não, que foi um acidente fatal mesmo. Ela morreu na hora. – Ela
pareceu ficar decepcionada ao saber que minha não sofrera ao morrer. Ficamos em
silêncio por mais um tempo, e então ela perguntou.
- E seu
relacionamento com meu filho. É sério mesmo? Vocês estão juntos a quanto tempo?
- Bom... –
Quando eu comecei a falar a porta da frente abriu e nós duas levantamos com um
salto. Ambas demonstramos um alívio enorme, ao vermos o rosto sorridente do
Daniel. Ele caminhou até mim me abraçou e perguntou se eu estava bem. Fiz que
sim com um aceno de cabeça. Então ele agradeceu a mãe e me levou para a saída.
Quando a porta estava fechando a mãe dele perguntou.
- Você vem
dormir em casa?
- Não me
espere. – Respondeu ele. E fechou a porta.
Quando cheguei
em casa, encontrei a Rosa ajeitando as almofadas do sofá. Ela sorriu quando me
viu e veio me dar um abraço.
- Minha
menina, como você está? O Seu Daniel nos disse que você passou mal na rua, eu
disse para ele que é porque você não se alimenta direito. Mas agora ele vai
cuidar de você, minha querida. Infelizmente eu tenho que dormir em casa hoje,
prometi que cuidaria dos meus sobrinhos. Mas amanhã bem cedo, estou aqui e vou
cuidar de você.
- Pode deixar,
dona Rosa, eu vou cuidar dela essa noite. Nossa menina não vai ficar sozinha.
- O Senhor é
um anjo. Melissa esse seu namorado é um menino de ouro. Eu vou ficar muito
tranquila, sabendo que ele vai passar a noite aqui com você. – Dizendo isso ela
me deu um beijo na testa e saiu para seu quartinho. Provavelmente para se
arrumar para ir para sua casa. Às vezes eu esquecia que a tia Rosa tinha uma
casa, uma família e que eu não fazia parte disso.
Bom, como
agora eu estava na minha casa, eu não precisava mais de todos aqueles mimos. Me
soltei dos braços dele e o olhei de frente. Respirei fundo e disse.
- Vou para o meu quarto
agora, tomar um banho para melhorar um pouco. Depois conversamos sobre essa
história de espalhar para todo mundo que eu sou sua namorada.
sexta-feira, 4 de setembro de 2015
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E boas compras!!!!!!!!!!!!!
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Desculpas
Queridos leitores,
Peço mil desculpas pelo atraso no capítulo desta semana do Livro Série. Porém fiquei doente, e ainda estou me recuperando. Prometo que ainda hoje ou no mais tardar amanhã irei postar o novo capítulo fresquinho e feito com muito amor para vocês.
Beijos!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Peço mil desculpas pelo atraso no capítulo desta semana do Livro Série. Porém fiquei doente, e ainda estou me recuperando. Prometo que ainda hoje ou no mais tardar amanhã irei postar o novo capítulo fresquinho e feito com muito amor para vocês.
Beijos!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
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